Gostaríamos de ir na E3 2017 para cobrir VR e precisamos da sua contribuição

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

Texto originalmente postado no Drops de Jogos.

O Drops de Jogos e a revista Mundo360 querem comparecer em peso na E3 2017, a maior feira de games do mundo em Los Angeles, nos Estados Unidos, que ocorrerá entre os dias 13 e 17 de junho do ano que vem. Vamos cobrir videogames e realidade virtual, a nova tendência do momento. Para viabilizar o projeto de maneira independente, abrimos o nosso primeiro crowdfunding pelo Catarse.

Por que estamos pedindo dinheiro dos nossos leitores, apoiadores e fãs?


Éramos relutantes com a ideia e só faríamos isso num projeto que exige investimento. A E3 é o principal evento do setor e gostaríamos de estar mais presentes no evento. Já cobrimos ele assistindo as principais conferências pela internet.

Em 2016, tivemos uma repórter, a Mayara Fortin, in loco nos Estados Unidos. No ano de 2017, o DJ quer estar com uma equipe completa em Los Angeles, de duas até três pessoas.

Queremos escrever, gravar vídeos rápidos e fazer filmagens de fôlego. O nosso intuito é dar uma cobertura das conferências, dos principais gameplays e finalizar a reportagem com um mini-documentário de 15 até 20 minutos no YouTube.

>>Por isso, escolhemos a plataforma Catarse. A meta é acumular R$ 25 mil para viabilizar as reportagens com dois ou mais repórteres.

>>O tempo será curto. Temos 60 dias para viabilizar o financiamento coletivo (crowdfunding). A campanha é “Tudo ou Nada”.

Se você doar ao Catarse e a campanha atingir R$ 25 mil, você ganha o nosso agradecimento (valores acima de R$ 10) ou brindes (acima de R$ 100), que podem ser um boneco Funko Pop ou uma camiseta de sua escolha. Se não bater a meta, você recebe o dinheiro de volta.

Quem fará o projeto?

Serão os editores Kao Tokio e Pedro Zambarda.

Pedro é jornalista profissional desde 2008 e sempre esteve na cena brasileira de jogos, assessorando empresas ou fazendo coberturas. Foi repórter e redator geral do site EXAME.com e colunista do site TechTudo (Globo.com). É editor-chefe do Drops de Jogos e do Geração Gamer. É repórter freelancer do site Diário do Centro do Mundo.

Kao foi professor de design de games e atuou em sites consagrados, como GameStorming (da revista INFO) e Play’n’Biz. Trabalhou em sites como Geek e GameCultura. É o editor de conteúdo do Drops de Jogos.

O que faremos com o financiamento?

– Cobrir as principais conferências das grandes empresas: Electronic Arts, Bethesda, Ubisoft, Sony e Microsoft;
– Análise completa da feira, incluindo games expostos;
– Gameplay dos lançamentos disponíveis na feira;
– Entrevistas com desenvolvedores e produtores;
– Cobertura do IndieCade, setor de jogos independentes da E3;
– Documentário final, entre 15 e 20 minutos, para YouTube sobre a feira.

Dúvidas frequentes

Quantas pessoas farão a cobertura jornalística? Duas, o editor-chefe e o editor de conteúdo, alternando entre apuração de campo e evento geral. Existe a possibilidade de uma terceira repórter, dependendo do que a gente conseguir arrecadar.

Onde serão publicadas as reportagens? De graça no site do Drops de Jogos ou no nosso canal de YouTube.

Por que recorremos ao Catarse? Entendemos que o bom jornalismo e a reportagem internacional precisam ser financiados. Precisamos de verba para enviar os dois editores do site para cobrir a feira em Los Angeles, nos Estados Unidos. O valor de R$ 25 mil é para financiar uma viagem de uma semana de dois jornalistas e os doadores podem receber contrapartidas por suas contribuições.

Como eu recebo minhas recompensas? Por email, enviando mensagem para dropsdejogos@gmail.com com o título “Eu quero meu Boneco Funko/Camiseta” e a descrição com a sua doação (valor e screenshot) e os detalhes do produto que você deseja.

Como vocês chegaram neste valor? Orçamos uma viagem para dois jornalistas na atual cotação do dólar mais os 13% que o Catarse cobra, cerca de R$ 3 mil no atual orçamento.

O que acontece se a meta não for atingida? O Catarse devolve o dinheiro. Todo. Na íntegra.

A doação é fechada nesta cobertura, mas aceitamos sugestões dos contribuidores para novos trabalhos. A arrecadação vai durar por dois meses (60 dias), entre 31 de dezembro de 2016 e 1º de março de 2017.

Como foi nossa cobertura anterior da feira?

Você pode ler abaixo os textos da Mayara Fortin, nossa primeira correspondente nos EUA.

Meu 1º dia na maior feira global de games
Meu 2º dia na maior feira global de games
Meu 3º dia na maior feira global de games
Meu 4º dia na maior feira global de games
Primeiras impressões de Battlefield 1
Conheça 5 games do IndieCade de 2016

Ainda restam mais dúvidas?

Comente abaixo, poste nas nossas redes sociais ou mande email para dropsdejogos@gmail.com.

Agradecemos sua atenção e contamos com sua colaboração para tornar esta cobertura uma realidade.

Naughty America quebra 20 anos sem conteúdo pornô na CES com realidade virtual

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

A produtora pornô Naughty America estava na CES 2017 e quebrou um tabu de quase 20 anos sem a participação de uma empresa ligada ao setor na maior feira de tecnologia. A realidade virtual foi o gancho para o aparecimento da companhia.

A empresa passou a apostar em VR desde julho de 2015, gerando centenas de milhares de downloads por mês segundo os executivos do setor. Os vídeos pornôs em realidade virtual já respondem por algo entre 10% e 12% da audiência da plataforma. A receita com esse tipo de conteúdo cresceu 350% apenas em 2016 no site.

Além da Naughty America, o presidente da Penthouse, Kelly Holland, esteve no stand do site da Engadget para falar sobre o futuro da pornografia. O 3D foi a ponte que o pornô precisava para entender as novas tecnologias.

Via IDGNow

Óculos de realidade aumentada da ODG á anunciado na CES 2017 combinando HoloLens e Google Glass

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

Anunciados na CES 2017, novos óculos de realidade mista R-8 e R-9 da Osterhout Design Group (ODG) são portáteis e fogem do design supostamente desconfortável do HoloLens da Microsoft. A ideia é apostar num estilo minimalista para atrair novos adeptos da tecnologia.

Os novos modelos misturam realidade aumentada e realidade virtual, permitindo que usuários interajam com objetos 3D que surgem como hologramas. Focam no wearable casual, uma ideia pioneira do Google Glass, apesar do seu fracasso desde 2012.


Há uma aposta da ODG em leveza, porque o R-9 pesa cerca de 184 gramas e o R-8 cerca de 128 gramas. Com 579 gramas, o HoloLens é três vezes mais pesado do que o R-9, em comparação.

Na CES, a ODG demonstrou cenas do próximo filme “Alien: Covenant” para um número limitado de participantes. O filme está sendo distribuído pela Fox, um acionista minoritário na ODG. Emissoras de TV como Fox Sports, Fox News e National Geographic, também estavam disponíveis para visualização no gadget.


O R-9 e o R-8 são pioneiros no uso do chipset Snapdragon 835 da Qualcomm, que também foi projetado para dispositivos móveis e PCs. Os aparelhos também possuem Bluetooth 5, Wi-Fi 802.11ac, GPS, microfones duplos e alto-falantes direcionais. O R-9 tem um campo de visão de 50 graus, tela de 1080p e uma câmera frontal de 13 megapixels que pode gravar vídeo em 4K a 60 quadros por segundo. Ele também tem 128GB de armazenamento. Já o R-8 tem um campo de visão de 40 graus e display de 720p, câmeras duplas HD e 64GB de armazenamento.

A grande sacada dos modelos da ODG é que o SDK, o kit de desenvolvedor, já está pronto. Isso significa que os aparelhos devem chegar em até três meses.

Os preços dos aparelhos ainda não são públicos, mas a empresa indicou números aproximados. O R-9 custaria cerca de US$ 1800 e chegará no segundo trimestre. O R-8, que tem características mais básicas, será enviado no segundo semestre por menos de US$ 1 mil.

Via IDGNow

Most Of Us Don’t Understand Virtual Reality: Let’s change that now!

By Polo Lam, Global Marketing Assistant at GAZ VR & editor of revista Mundo360

Despite all the hype this year around VR, most of us don’t get it. I was shocked when people asked me: ‘how has VR got to do with business?’ I believe there are two simple reasons:

  1. Nobody is caring to share their knowledge to us normal people!
  2. Experts are making it so complicated!

From how I see it, we can stop bothering with VR if nobody understand what it is. SO I am here to play a part in spreading some knowledge.

Differentiate 360 and VR

Firstly, 360 videos/images on Facebook and YouTube are different to Virtual Reality. It is like a cousin of VR with many similarities. 360 videos/images are images shot by multiple cameras at different angles which forms a spherical shaped content. It is usually done with a monoscopic camera rig in which ´mono´ means each angle of the spherical image is shot by one camera. Also, you cannot interact with the environment of the content. For example Eyes on Gigi Hadid by BMW. This is a prime example of commercial application using 360 content.

VR is similar in terms of its spherical shape. However, it involves a stereoscopic camera rig in which ‘stereo’ means each angle is shot by two cameras. This can create a sensation of depth and makes your brain feel like you are inside the content. In addition, we can usually interact with the environment. For example , The Brookhaven Experiment. Of course, it requires one of the VR headsets which I have kindly laid out for you at the bottom.

Quick Summary of VR

Conclusion

Here are 4 VR news sites you can use to get updated:

VR Scout

Upload VR

Focus VR

Road to VR

Next article, we are going to learn and compare the main VR headsets so you can make a better choice before jumping into the VR world.

Thanks for reading!

Cerevo Taclim é um acessório tipo calçado para realidade virtual

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

A CES 2017 está repleta de novidades para realidade virtual. Se 2016 foi o ano do VR, 2017 parece ser o ano de acessórios VR, considerando que a maior feira de tecnologia do mundo nos Estados Unidos lança tendências.

Cerevo lançou o gadget Taclim no evento: Um par de botas que funcionam como joysticks de realidade virtual. A ideia é justamente transmitir a sensação de peso ao caminhar com seu tênis. Junto com os controles do HTC Vive e do Oculus Rift, este é mais um acessório que coloca a realidade virtual em movimento no mundo.

O app que mais utiliza o acessório chama-se Headbutt Factory, um jogo ainda não lançado para PlayStation VR da Sony. No programa é possível chutar inimigos e pisar em solos como neve e madeira.

O preço estimado do Taclim é salgado: Entre US$ 1 mil e US$ 1500 (R$ 4,8 mil na conversão direta). É um aparelho longe de estar barato.

Confira um vídeo dele em ação.


Via Engadget

Lenovo apresenta seu primeiro headset de VR holográfico na CES 2017

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

A fabricante Lenovo deu um passo adiante e também entrou no mercado competitivo de realidade virtual. Apresentou no dia 2 de janeiro seu headset VR holográfico durante a CES 2017, a maior feira de tecnologia do mundo que ocorre neste começo de ano.

O aparelho tem lentes 1440 x 1440 OLED para o seu display e deve pesar 350 gramas na versão final segundo o fabricante, sendo um modelo mais leve do que os 555 gramas do HTC Vive. O design dele é inspirado no PlayStation VR, visando maior conforto do usuário.

Detalhes mais precisos não foram revelados pela Lenovo.

Especula-se que o preço está entre US$ 300 e US$ 400. A fabricante garante que é mais próximo de US$ 300, o que seria equivalente a R$ 965 na conversão direta.

Via The Verge

Confira os principais vídeos de reportagems da Mundo360 na FITIC 2016

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

A Feira de Tecnologia (FITIC) 2016 ocorreu entre os dias 15 e 18 de dezembro, encerrando as atividades do ano. O evento reuniu realidade virtual, corrida de drones, experimentos com projeções, impressão 3D e experimentos mobile.

A revista Mundo360 esteve no evento através do estande do Esconderijo das Crianças e do grupo Era Transmídia. O repórteres Pedro Zambarda, Kao Tokio e Renato Bazan cobriram o evento e trouxeram os principais fatos da feira.

Confira.






Revista Mundo360 é tema de palestra neste sábado no Festival Curta Brasília

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

A revista Mundo360, editada pelo site Drops de Jogos e criada pelo Esconderijo das Crianças, terá uma palestra especial no Festival Curta Brasília neste sábado (17). Às 16h20, a publicação será tema de um debate.

Sob o tema “Engajamento da realidade virtual (debate) e lançamento da revista Mundo360”, Dimas Dion (Mundo360) e Rodrigo Terra (Era Transmídia) vão debater o real mercado de VR no Brasil.

Para conferir outros destaques do Curta Brasília, confira a programação completa.

Espaço CVRTA, de realidade virtual, é a novidade do Festival Curta Brasília

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

O evento Curta Brasília, Festival Internacional de Curta-Metragem, ocorre no Cine Brasília de 15 a 18 de dezembro. A programação conta com filmes, atividades de formação e debates. O encontro traz 134 curtas brasileiros e estrangeiros. Há duas mostras competitivas, uma com 15 videoclipes e outra com 31 curtas-metragens brasileiros. A maioria dos filmes terá representante de suas equipes no festival. Dentre os curtas em competição, 26 são inéditos na cidade, alguns deles com exibidos e premiados em outros eventos cinematográficos, como Gramado e Cannes. Continuar lendo

Filmagem com Videomapping simulava imersão em VR com PlayStation 3 no ano de 2011

Por Kao Tokio, editor de conteúdo do Drops de Jogos e da Mundo360

As intenções com a interatividade no universo digital não são novidade, embora só agora a tecnologia esteja disponível. Neste momento os interessados podem chegar a um preço relativamente acessível e com boa variedade de opções entre os equipamentos lançados.

Os exemplos envolvendo imersão interativa nas mídias convencionais são inúmeros, sendo o mais famoso, provavelmente, o Holodeck, conceito criado na série de TV Jornada nas Estrelas, a Nova Geração. Ela foi exibida entre 1987 a 1994. Mas outras incursões pelo tema surgiram antes que a realidade virtual alcançasse o grande público.

Em 2011, antes do ‘boom’ da realidade virtual nos games e nos sistemas de interação digital, a Sony já apresentava o conceito, por meio de uma campanha que simulava a ideia de imersão digital por meio do PlayStation 3, em um vídeo promocional criativo e instigante.

Os filmes realizados pela produtora Great Films Fill Rooms, concebidos para promover o serviço de vídeos on demand do console, fizeram uso da técnica de videomapping. Em linhas gerais, trata-se de um recurso digital que faz a leitura do ambiente real em 3D e projeta imagens que “vestem” o mobiliário, em tempo real, dando ao espectador a sensação de enxergar virtualmente outra realidade, que não a presencial, no vídeo.

Toda a movimentação de objetos não digitais das cenas criadas foi realizada com o auxílio de atores vestidos inteiramente de branco, cuja silhueta não ficava visível nas filmagens, permitindo que se deslocassem livremente pelo set de gravação conduzindo os objetos e instalando-os no ator principal.

Se nos idos de 2011 esse tipo de interatividade ainda não estava disponível ao público, os teasers criados para promover o console serviam com um chamariz para as possibilidades imersivas que os aparelhas de realidade virtual trariam alguns anos mais tarde.
ps3-vr-2
Confira nos vídeos abaixo o processo de gravação dos filmes publicitários. São três gravações em tomada única, sem cortes e sem pós-produção, que mostram a habilidade do time de profissionais envolvido na produção.

O último vídeo exibe o making of da produção e apresenta as considerações dos produtores das peças publicitárias do PlayStation. O áudio está em inglês, mas os interessados não deverão ter dificuldades para entender as ideias gerais da criação.