O próximo passo do PlayStation VR pode ser adotar um bom periférico de rastreamento

Por Renato Bazan, editor da Mundo360

Uma nova patente da Sony Interactive Entertainment, a mãe do PlayStation, tornou-se alvo de especulação ao ser publicada na quinta-feira (9). Trata-se de um documento descrevendo “um método para determinar a orientação de um fotossensor de um controle em relação a um projetor” – para encurtar, um sistema de posição baseado em um rastreador à distância.

A patente é originalmente de 30 de junho de 2016, uma data próxima demais do lançamento do PlayStation VR para que pudesse trabalhada de forma conjunta com o produto. No detalhe, ela revela que a companhia está pesquisando um sistema similar ao Lighthouse do HTC Vive, que envolve o posicionamento de uma tocha infravermelha a alguns metros de distância do usuário. No caso do Lighthouse, os raios projetados são então refletidos por partes específicas do visor, na frente e atrás, e as posições detectadas são transformadas em dados cartesianos por um software de visão computacional.

A princípio, a invenção inclui em sua descrição o rastreamento de qualquer controle capaz de emitir luz própria, incluindo o controle tradicional DualShock 4 – nada diferente do que já faz a PlayStation Camera, mas com uma função adicional que a emitir seus próprios feixes. De acordo com a resposta dos objetos-alvo (neste caso, o PSVR e os controles), a tocha seria então capaz de mudar a direção da própria luz através de espelhos, para eliminar a possibilidade de interferência do ambiente.

Isso resolveria um grande problema atual do PSVR, que é a deriva do aparelho em jogos que exigem movimento, especialmente em ambientes com muita luz.

Vale notar também que a descrição do visor na patente detalha um aparelho “conectado via Wi-Fi, Bluetooth, ondas de rádio, protocolos e outros métodos”, sugerindo que, pelo menos no papel, a Sony já considera a ideia de abandonar o fio que liga o headset ao console.

Naturalmente, uma patente não pode ser considerada prova de que a empresa está desenvolvendo alguma coisa, mas a data de inscrição do documento aponta para um compromisso maior da Sony com a plataforma. Considerando que ela tem hoje o segundo óculos mais vendido do mercado (com 750 mil unidades circulando, somente atrás do Gear VR), motivos não lhe faltariam para investir mais no futuro da realidade virtual.

Via CGM

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Revista TIME elege PlayStation VR como uma das 25 melhores invenções de 2016

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

A revista norte-americana TIME publicou no dia 17 de novembro a lista de 25 melhores invenções de 2016. Entre os gadgets, o PlayStation VR apareceu entre as inovações.

“Para entrar em contato com as principais inovações tecnológicas, as pessoas são obrigadas a gastar milhares de dólares não apenas por um headset (como US$ 800 pelo HTC Vive) mas com um computador poderoso o suficiente para suportá-lo. O PlayStation VR da Sony, pelo contrário, foi desenhado para um console que milhões de pessoas já possuem: O PlayStation 4. Isto é um boom para os games na forma que o engenheiro da Sony, Richard Marks, chama da “mais intensa, mais extrema” ação, assim como é para consumidores casuais. Eles agora tem uma forma mais fácil de experimentar o VR”, explica a publicação.

Em nossos testes, um aparelho de US$ 399 como este é bem mais confortável do que o Oculus Rift, pioneiro no setor. Jogar Batman Arkham VR é uma boa experiência nele. No Brasil, você ainda terá que gastar mais de R$ 1 mil para usufruir da experiência. Mas poder ter isso com o PS4 de fato é uma vantagem que só não supera o Gear VR de R$ 800 com smartphone.

Via Meio Bit e TIME

PlayStation VR está prestes a passar as vendas combinadas de Vive e Rift no Reino Unido

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

As vendas do PlayStation VR no Reino Unido vão em breve ultrapassar a soma de unidades vendidas pelo HTC Vive e pelo Oculus Rift, segundo Paul Simpson, diretor do instituto de pesquisas GfK.

Segundo o executivo, o PSVR se beneficia da base instalada de utilizadores da PS4, estimada em mais de 3,5 milhões no território inglês, o que supera os concorrentes da HTC e do Facebook. Desde que foi lançado em outubro, o PlayStation esgotadou em algumas lojas.

O Vive e o Rift custam entre 350 e 500 libras, o que torna os produtos muito caros para o mercado, como é no Brasil.

Estoques foram renovados para serem mantidas as vendas.

Via MCV e Videogamer (Portugal)

Lançamentos em VR estiveram em alta em outubro, com projetos do Google, Oculus Touch e PlayStation

Por Kao Tokio, editor de conteúdo do Drops de Jogos e colaborador da Mundo360

A realidade virtual está se tornando um fenômeno a cada dia mais presente no cotidiano das pessoas, seja por meio de iniciativas como os cardboards para celulares recentemente oferecidos pelas empresas Coca Cola e Mc Donalds ou com o lançamento de inúmeros aparatos de imersão para consoles de games e dispositivos móveis nos últimos meses.

Neste último mês, nada menos que três eventos voltados à tecnologia com realidade virtual estão acontecendo, mostrando que os grandes empreendimentos estão de olho nas possibilidades desse insurgente mercado.

No último dia 4, o Google apresentou sua aposta para VR com o Daydream View. O aparelho, que tem visual relativamente similar ao Gear VR, da Samsung, com suporte a vídeos em 360 graus disponíveis em sistemas como YouTube, Netflix e Hulu, deve chegar em novembro com preço estimado em US$ 79.

Um dia depois do Google, foi a vez da apresentação das novidades do Oculus Rift, com a demonstração do Oculus Touch, dispositivo de controle para o aparelho hoje pertencente ao Facebook. Além do controle, a empresa apresentou o Oculus Medium, aplicativo que permite a criação de objetos que podem ser animados ou impressos em 3D.

No dia 13 de outubro, a Sony lançou oficialmente seu headset PlayStation VR. Diferente dos demais aparelhos, o PS VR conta com a facilidade de uso, que precisa ser apenas conectado ao console para funcionamento imediato. Com o preço mais atraente entre os recursos presentes no mercado (ao menos lá fora) e o acervo de games exclusivos da marca, os óculos de imersão da Sony têm grandes chances de conquistar uma maciça parcela de usuários.

Via VentureBeat