Crytek junta forças com a Oculus para “VR locomotivo”

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

A Crytek juntou forças com a Oculus, dona do Rift e parte do Facebook, para desenvolver VR em movimento, diz post em blog oficial. A informação vem de Julius Carter, desenvolvedor de games em realidade virtual que anuncia as novidades.

As inovações estão sendo aplicada aos jogos digitais The Climb e Robinson: The Journey. As principais mudanças, pensando que o Oculus Rift é uma experiência mais estanque em relação ao HTC Vive, estão na rotação da cabeça.

Veja um playlist sobre estes experimentos.


Via RoadtoVR

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Quais são os três principais segmentos de aparelhos realidade virtual?

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

Realidade virtual veio para ficar e é necessário apresentar o assunto para quem o desconhece. Os óculos de VR são um fenômeno e são uns diferentes dos outros.

Mundo360 publica, então, este artigo para explicar as três diferenças fundamentais entre os aparelhos que promovem a tecnologia no mundo.

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Modelos de entrada
Faixa de preço: Entre US$ 25 e US$ 150 / R$ 30 e R$ 250
Gadgets: Cardboard do Google, Beenoculus e Loox
Descrição: São aparelhos baratos, feitos de papelão ou plástico, que funcionam com smartphones em conjunto. O único componente caro em sua fabricação é a lente necessária para produzir o ambiente em VR através da tela do celular. O modelo que vem na revista Mundo360 se encaixa nesta categoria.

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Modelos mobile
Faixa de preço: Entre R$ 150 e R$ 800
Gadgets: BeeCool, Beenoculus 2 e Gear VR da Samsung
Descrição: Aparelhos de nível médio, eles possuem uma engenharia mais bem acabada para funcionar com celulares de alto desempenho, como o Galaxy S7 Edge, da Samsung. A ideia é que o consumidor gaste mais dinheiro nestes aparelhos para usar os aplicativos de melhor qualidade com games e aplicações de ponta em VR. Software de arquitetura de construtoras entram nos gadgets deste segmento.

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Modelos top de linha
Faixa de preço: Entre R$ 1 mil e R$ 10 mil
Gadgets: Oculus Rift, PlayStation VR e HTC Vive
Descrição: Estes são os aparelhos que, de fato, tornaram VR relevante na indústria tecnológica desde 2012. O Rift surgiu de um crowdfunding e foi comprado pelo Facebook por R$ 2 bilhões. HTC Vive é inovador por exigir espaço físico e sensores de movimento, enquanto o PSVR traz os gráficos da plataforma PlayStation 4 para a realidade virtual. É o segmento para os mais aficionados pela tecnologia, e que realmente acreditam no seu potencial. Os aparelhos são caros porque são sobretaxados e não estão disponíveis oficialmente no Brasil em sua maioria.