Marvel Powers United VR é o novo jogo de realidade virtual com super-heróis

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

Heróis do universo a Marvel estarão no Oculus Rift através do jogo Marvel Powers United VR. Trata-se do novo título de realidade virtual em desenvolvimento pela Sanzaru.

O jogo foi revelado durante o painel de games na D23, e terá batalhas cooperativas para até quatro participantes.

A empresa promete Rocket Raccoon, Hulk e Capitã Marvel jogáveis. Assista ao trailer de anúncio:


Via IGN Brasil

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VR é destaque da Bethesda e dos independentes na E3 2017

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360
Com reportagem de Los Angeles (EUA)

Novo Wolfenstein II e The Evil Within 2 não foram suficientes para mostrar a verdadeira vocação da Bethesda Softworks na E3 2017, a maior feira de games do mundo. A desenvolvedora mostrou mesmo que o que quer empurrar para a indústria é realidade virtual.

Fez isso dando coro para a Microsoft – que deu espaço para a Mojang de Minecraft explorar 4K e VR, além do novo console Xbox One X, antigo Scorpio. A Bethesda mostrou em sua conferência no dia 11 de junho (que rodou na madrugada do dia 12 no Brasil, à 1hr) que Doom VFR e Fallout VR serão lançados.

Deu à conferência o nome de “Bethesdaland”, o que caberia fácil num evento separado deles.

Dentro do showfloor da E3, eles exibiram cabines separadas para o novo Doom e Fallout 4 VR. Com HTC Vives conectados, mostraram que a realidade virtual veio com tudo para shooters hardcore.

Juntaram-se ao IndieCade, evento de games independentes que se alongou na festa The Mix à noite, na exibição de VR da grande indústria de jogos.

O Drops de Jogos e a revista Mundo360 estiveram em Los Angeles para acompanhar as novidades de perto.




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Crytek junta forças com a Oculus para “VR locomotivo”

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

A Crytek juntou forças com a Oculus, dona do Rift e parte do Facebook, para desenvolver VR em movimento, diz post em blog oficial. A informação vem de Julius Carter, desenvolvedor de games em realidade virtual que anuncia as novidades.

As inovações estão sendo aplicada aos jogos digitais The Climb e Robinson: The Journey. As principais mudanças, pensando que o Oculus Rift é uma experiência mais estanque em relação ao HTC Vive, estão na rotação da cabeça.

Veja um playlist sobre estes experimentos.


Via RoadtoVR

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Festival Path é o “SXSW brasileiro” e você precisa ficar atento com ele

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

Festival Path aconteceu entre os dias 6 e 7 de maio de 2017 no bairro de Pinheiros em São Paulo. O evento ocupou um espaço aberto e diferentes locais, tais como Instituto Tomie Ohtake, Praça dos Omaguás, Teatro Cultura Inglesa, Centro Cultural Rio Verde, FNAC, além de shows ao vivo com presença de YouTubers como Cauê Moura e outros.

É a quinta edição do festival brasileiro e ele tem forte inspiração no South by Southwest (SXSW), evento que acontece desde 1987 nos Estados Unidos reunindo música, cinema, inovação e tecnologia neste clima hippie de céu aberto, com shows.

O Esconderijo Criativo trouxe a revista Mundo360, o óculos de realidade virtual Loox e colocou chips com tecnologia NFC para os visitantes que tinham interesse em visitar palestras sem carteirinha do evento, tudo em parceria com o site de games Drops de Jogos. A empresa carioca YDreams, filial da companhia internacional de mesmo nome, exibiu um telão com assuntos comentados no evento no Twitter, via hashtags, para a construção de figuras em realidade aumentada. Essa mesma empresa trabalhou com experimentos em VR na Copa do Mundo, pela Coca-Coca, e com a Natura.

Drops de Jogos participou de uma discussão sobre “discoverability” nos videogames, a forma de encontrar games nas lojas, com Paulo Luis Santos (Flux Game Studio), Jesús Fabre (Aquiris Game Studio) e Pablo Miyazawa (IGN Brasil).

Houve também a exibição de jogos brasileiros, como Galaxy of Pen and Paper e alguns em VR – Lila’s Tale e The Rabbit Hole.

Se você não ouviu falar sobre este evento, é bom ficar de olho.

Ou dar uma conferida nos vídeos que foram feitos .

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O que fundador da Atari acha sobre VR?

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

Nolan Bushnell, o criador da Atari que fez sucesso nos anos 70 e dominou a indústria dos videogames, escreveu no Twitter sobre seus pensamentos acerca da realidade virtual. O desenvolvedor norte-americano estará em outubro no Brasil para a BGS 2017.

Escreveu Nolan em 9 de fevereiro: “VR pode se tornar viciante? A maioria dos escritores de ficção científica acha isso. Eu acho que será legal em doses moderadas”.

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O comentário do fundador da Atari é similar ao de Shigeru Miyamoto, gigante da Nintendo criador de Zelda e Mario. Ele disse que fica preocupado “como um pai veria seu filho usando VR”.

Será que os grandes nomes dos games não acreditam muito em realidade virtual?

Talvez acreditem, mas em “doses moderadas”.

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Fallout 4 VR vai aparecer na E3 deste ano, e está ficando “a coisa mais louca”

Por Renato Bazan, editor da Revista Mundo 360

A história de Fallout 4 VR – a conversão do super sucesso da Bethesda para a realidade virtual – é uma cheia de insinuações por parte de seus criadores. Anunciado na conferência da E3 oferecida pelo estúdio no ano passado, a transposição nunca foi exibida para além de seu protótipo inicial. Felizmente, isso vai mudar em junho, porque o jogo acaba de ser confirmado para a edição do evento deste ano.

Quem deu a notícia foi o próprio Pete Hines, vice-presidente da Bethesda, ao canal do YouTube Hip Hop Gamer. Hines aparentemente divide a paixão do diretor do jogo, Todd Howard, sobre o dispositivos de VR. “Vocês não conseguem imaginar como é, jogar em VR e como parece realista quando você vira a sua cabeça. Vai explodir a cabeça de vocês, é a coisa mais louca que verão”, disse. Nas palavras do executivo, o jogo está se tornando “a coisa mais incrível que você verá na sua vida”.

Agora isso sim é auto-estima.

Superlativos à parte, Hines não inventa ao dizer que o ponto alto da experiência será a sensação da imersão. A franquia Fallout, uma das mais populares entre os videogames, é notória por seus imensos mundos abertos, ricamente detalhados e cheios de personagens bem escritos. Por ser um RPG, o jogo cria uma relação bastante íntima entre jogador e o personagem que ele controla. São todos elementos que poderiam ser potencializados pela realidade virtual.

“Nós estamos refazendo o jogo todo. Já dá para jogá-lo do início ao fim agora, e a coisa toda realmente funciona em termos de interface e tudo mais. O Pip-Boy está no seu punho, e conseguimos apresentá-lo de forma que funcione como esperado”, explicou Hines, referindo-se ao menu do jogo, notório por ser um acessório no braço do jogador. “Você olha pra baixo e lá está ele. O fato de o tiroteio ser um pouco mais lento que na maioria dos games certamente nos ajudou”.

O executivo explicou que o maior desafio até o momento tem sido a locomoção do personagem, algo que o estúdio tem refeito dia após dia. No momento, eles estão trabalhando com teleportação, mas há todo tipo de experimento rolando, e o plano é oferecer o máximo de opções possível ao jogadores nesse sentido. “É uma coisa diferente para todo mundo”, resumiu.

O jogo será otimizado para HTC Vive, um bom indicativo do nível avançado de imersão avançado pela Bethesda. Apesar de não ter uma data definida para lançamento, o estúdio reitera continuamente seus planos para que isso ocorra ainda em 2017 – marcando, portanto, o lançamento do primeiro jogo de grande orçamento vindo dos videogames para VR.

A E3 2017 acontece entre os dias 13 e 15 de junho de 2017, no Los Angeles Convention Center. Nós estaremos lá para contar como foi nossa experiência com “a coisa mais louca” que a Bethesda já fez.

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Queremos que você colabore com a Mundo360: Com textos, vídeos e conteúdo

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

A revista Mundo360 foi a primeira brasileira dedicada a realidade virtual, aumentada e mista. Lançada entre julho e agosto de 2016, a publicação foi pioneira em dar o devido destaque a VR na mídia brasileira. Foi destaque no Catraca Livre, AdNews, Meio & Mensagem e é vendida em diferentes formatos.

Tem cerca de cinco mil exemplares em circulação e fez ações com a Discovery.

Em 2017, a revista fez uma parceria com o site de games Drops de Jogos para atualizar este blog. Com os editores e jornalistas Renato Bazan e Kao Tokio, estamos dando um gás nos conteúdos focados em realidade virtual e inovação.

Agora abrimos espaço para você, caro leitor.

Queremos receber seu vídeo 360, seu game em VR e seu conteúdo.

A Mundo360 busca autores e uma comunidade que queira construir conteúdo em conjunto.

Entre em contato conosco pelo email dropsdejogos@gmail.com.

Queremos saber o que você acha sobre VR e como podemos melhorar o fluxo de notícias do site.

Contamos com você.

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Gosta de CS? Você pode reassistir o DreamHack Masters em 360º pelo Sliver.tv

Por Renato Bazan, editor da Mundo 360

Quem acompanha o cenário dos e-sports mundo afora sabe que a semana passada foi intensa – aconteceu nada menos que o DreamHack Masters Las Vegas, campeonato de Counter Strike que se repete desde 1994 com os melhores do ramo.

A transmissão ao vivo, como sempre, foi um sucesso de audiência, com 180 mil espectadores ao longo dos cinco dias. Agora, ela pode ser reassistida pelo aplicativo de realidade virtual Sliver.tv.

Para este ano, no entanto, a equipe do Sliver preparou uma surpresinha: além das telas de jogo e das câmeras tradicionais, eles espalharam câmeras 360º pela arena MGM Grand. A audiência poderá ter a experiência presencial de um dos maiores eventos do e-sport contemporâneo.

A tecnologia das câmeras foi oferecida pela Nokia, que trabalhou com o Sliver para criar um conteúdo que fosse compatível não apenas com o Oculus Rift e o Gear VR, mas também o HTC Vive, o Google Cardboard/Daydream e a versão do app para o iOS.

A câmera escolhida para capturar o evento foi a Nozia OZO, uma pequena joia de US$ 45 mil que garante uma qualidade de captura 4K a sólidos 30 quadros por segundo (e em 3D, é claro).

Além do aplicativo, os apaixonados por CS podem reassistir o DreamHack Masters pelo próprio site do Sliver, que é gentil o bastante para oferecer a visualização em 360º. Mas por que alguém faria isso, se pode se transportar para lá?

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Resident Evil 7 é um game feito para VR com gore; confira nossas 1ªs impressões

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

Originalmente postado no DJ

[Este texto contém spoilers leves sobre a trama e o funcionamento do jogo. Não falamos do final]

Resident Evil 7 pode ser descrito numa frase significativa: “Keep it simple, stupid” (a sigla KISS ou “mantenha simples, seu estúpido”, numa tradução literal). Ao invés da mudança radical com alma que foi RE4 (2005) ou do jogo de ação que foi Resident Evil 5 (2009), o sétimo capítulo da saga aposta em poucos elementos que vão fazer você se sentir tanto amedrontado quanto intrigado com a trama. E, definitivamente, ele se distancia da maçaroca que foi RE6 (2012), centrado em figuras batidas como Chris Redfield, Jill Valentine e Leon S. Kennedy.

A trama se centra numa mansão abandonada de uma família chamada Baker. Eles desapareceram e o local se transformou na Dulvey Haunted House em Louisiana, no sul dos Estados Unidos. Paralelamente, uma jovem chamada Mia desaparece em 2014.

Você é Ethan Winters, um protagonista sem muita personalidade mas com uma história inteiramente nova. Ethan é casado com Mia e vivia uma relação amorosa até seu desaparecimento. O acontecimento o deixa desconcertado e ele busca a companheira. Uma equipe de documentaristas vai até a casa Dulvey e também desaparece. Neste meio tempo, surge uma fita com uma gravação de Mia que pára nas mãos do herói. Ela suplica que ele vá até o local.

Na casa abandonada, você é atacado por Mia e por Jack Baker, o “pai da família” que se tornou um morto-vivo. A partir daí, o game entra numa constante de um pesadelo que demora a acabar, pelo menos na sua cabeça.

Sabendo todos os mistérios, RE7 pode se terminado em cerca de 10 horas. É um jogo de um dia ou uma semana, no máximo. Embora cause nauseas pela câmera intermitente, que parece muito inspirada no projeto Silent Hills cancelado pela Konami, parece que o game pode ser jogado num intervalo entre 1h30 em 1h30 no modo de realidade virtual. Tome cuidado caso você queira experimentar com o PlayStation VR.

Além da perspectiva inédita em primeira pessoa entre os jogos numerados da série (desconte spin-offs e outros títulos, que já usaram esta mecânica), esqueça a hierarquia dos vilões dos antigos Resident Evil. Os zumbis, que são a família Baker no caso, são muito mais poderosos do que as demais monstruosidades. O tom misterioso e de exploração lembra, em diferentes momentos, Alien: Isolation (2014) – que por um acaso funciona muito bem em realidade virtual. Os recursos são poucos e o foco é a sobrevivência o tempo todo, não a ação. Seu objetivo desde a demo, Beginning Hour, é sair da casa.

Carne podre, sangue e mofo vão infestar a tela do seu PS4, Xbox One ou PC. Portanto, se você quer entrar na onda deste game, esteja pronto para o gore, para a violência brutal que ele representa.

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Gostaríamos de ir na E3 2017 para cobrir VR e precisamos da sua contribuição

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

Texto originalmente postado no Drops de Jogos.

O Drops de Jogos e a revista Mundo360 querem comparecer em peso na E3 2017, a maior feira de games do mundo em Los Angeles, nos Estados Unidos, que ocorrerá entre os dias 13 e 17 de junho do ano que vem. Vamos cobrir videogames e realidade virtual, a nova tendência do momento. Para viabilizar o projeto de maneira independente, abrimos o nosso primeiro crowdfunding pelo Catarse.

Por que estamos pedindo dinheiro dos nossos leitores, apoiadores e fãs?


Éramos relutantes com a ideia e só faríamos isso num projeto que exige investimento. A E3 é o principal evento do setor e gostaríamos de estar mais presentes no evento. Já cobrimos ele assistindo as principais conferências pela internet.

Em 2016, tivemos uma repórter, a Mayara Fortin, in loco nos Estados Unidos. No ano de 2017, o DJ quer estar com uma equipe completa em Los Angeles, de duas até três pessoas.

Queremos escrever, gravar vídeos rápidos e fazer filmagens de fôlego. O nosso intuito é dar uma cobertura das conferências, dos principais gameplays e finalizar a reportagem com um mini-documentário de 15 até 20 minutos no YouTube.

>>Por isso, escolhemos a plataforma Catarse. A meta é acumular R$ 25 mil para viabilizar as reportagens com dois ou mais repórteres.

>>O tempo será curto. Temos 60 dias para viabilizar o financiamento coletivo (crowdfunding). A campanha é “Tudo ou Nada”.

Se você doar ao Catarse e a campanha atingir R$ 25 mil, você ganha o nosso agradecimento (valores acima de R$ 10) ou brindes (acima de R$ 100), que podem ser um boneco Funko Pop ou uma camiseta de sua escolha. Se não bater a meta, você recebe o dinheiro de volta.

Quem fará o projeto?

Serão os editores Kao Tokio e Pedro Zambarda.

Pedro é jornalista profissional desde 2008 e sempre esteve na cena brasileira de jogos, assessorando empresas ou fazendo coberturas. Foi repórter e redator geral do site EXAME.com e colunista do site TechTudo (Globo.com). É editor-chefe do Drops de Jogos e do Geração Gamer. É repórter freelancer do site Diário do Centro do Mundo.

Kao foi professor de design de games e atuou em sites consagrados, como GameStorming (da revista INFO) e Play’n’Biz. Trabalhou em sites como Geek e GameCultura. É o editor de conteúdo do Drops de Jogos.

O que faremos com o financiamento?

– Cobrir as principais conferências das grandes empresas: Electronic Arts, Bethesda, Ubisoft, Sony e Microsoft;
– Análise completa da feira, incluindo games expostos;
– Gameplay dos lançamentos disponíveis na feira;
– Entrevistas com desenvolvedores e produtores;
– Cobertura do IndieCade, setor de jogos independentes da E3;
– Documentário final, entre 15 e 20 minutos, para YouTube sobre a feira.

Dúvidas frequentes

Quantas pessoas farão a cobertura jornalística? Duas, o editor-chefe e o editor de conteúdo, alternando entre apuração de campo e evento geral. Existe a possibilidade de uma terceira repórter, dependendo do que a gente conseguir arrecadar.

Onde serão publicadas as reportagens? De graça no site do Drops de Jogos ou no nosso canal de YouTube.

Por que recorremos ao Catarse? Entendemos que o bom jornalismo e a reportagem internacional precisam ser financiados. Precisamos de verba para enviar os dois editores do site para cobrir a feira em Los Angeles, nos Estados Unidos. O valor de R$ 25 mil é para financiar uma viagem de uma semana de dois jornalistas e os doadores podem receber contrapartidas por suas contribuições.

Como eu recebo minhas recompensas? Por email, enviando mensagem para dropsdejogos@gmail.com com o título “Eu quero meu Boneco Funko/Camiseta” e a descrição com a sua doação (valor e screenshot) e os detalhes do produto que você deseja.

Como vocês chegaram neste valor? Orçamos uma viagem para dois jornalistas na atual cotação do dólar mais os 13% que o Catarse cobra, cerca de R$ 3 mil no atual orçamento.

O que acontece se a meta não for atingida? O Catarse devolve o dinheiro. Todo. Na íntegra.

A doação é fechada nesta cobertura, mas aceitamos sugestões dos contribuidores para novos trabalhos. A arrecadação vai durar por dois meses (60 dias), entre 31 de dezembro de 2016 e 1º de março de 2017.

Como foi nossa cobertura anterior da feira?

Você pode ler abaixo os textos da Mayara Fortin, nossa primeira correspondente nos EUA.

Meu 1º dia na maior feira global de games
Meu 2º dia na maior feira global de games
Meu 3º dia na maior feira global de games
Meu 4º dia na maior feira global de games
Primeiras impressões de Battlefield 1
Conheça 5 games do IndieCade de 2016

Ainda restam mais dúvidas?

Comente abaixo, poste nas nossas redes sociais ou mande email para dropsdejogos@gmail.com.

Agradecemos sua atenção e contamos com sua colaboração para tornar esta cobertura uma realidade.