Crytek junta forças com a Oculus para “VR locomotivo”

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

A Crytek juntou forças com a Oculus, dona do Rift e parte do Facebook, para desenvolver VR em movimento, diz post em blog oficial. A informação vem de Julius Carter, desenvolvedor de games em realidade virtual que anuncia as novidades.

As inovações estão sendo aplicada aos jogos digitais The Climb e Robinson: The Journey. As principais mudanças, pensando que o Oculus Rift é uma experiência mais estanque em relação ao HTC Vive, estão na rotação da cabeça.

Veja um playlist sobre estes experimentos.


Via RoadtoVR

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Festival Path é o “SXSW brasileiro” e você precisa ficar atento com ele

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

Festival Path aconteceu entre os dias 6 e 7 de maio de 2017 no bairro de Pinheiros em São Paulo. O evento ocupou um espaço aberto e diferentes locais, tais como Instituto Tomie Ohtake, Praça dos Omaguás, Teatro Cultura Inglesa, Centro Cultural Rio Verde, FNAC, além de shows ao vivo com presença de YouTubers como Cauê Moura e outros.

É a quinta edição do festival brasileiro e ele tem forte inspiração no South by Southwest (SXSW), evento que acontece desde 1987 nos Estados Unidos reunindo música, cinema, inovação e tecnologia neste clima hippie de céu aberto, com shows.

O Esconderijo Criativo trouxe a revista Mundo360, o óculos de realidade virtual Loox e colocou chips com tecnologia NFC para os visitantes que tinham interesse em visitar palestras sem carteirinha do evento, tudo em parceria com o site de games Drops de Jogos. A empresa carioca YDreams, filial da companhia internacional de mesmo nome, exibiu um telão com assuntos comentados no evento no Twitter, via hashtags, para a construção de figuras em realidade aumentada. Essa mesma empresa trabalhou com experimentos em VR na Copa do Mundo, pela Coca-Coca, e com a Natura.

Drops de Jogos participou de uma discussão sobre “discoverability” nos videogames, a forma de encontrar games nas lojas, com Paulo Luis Santos (Flux Game Studio), Jesús Fabre (Aquiris Game Studio) e Pablo Miyazawa (IGN Brasil).

Houve também a exibição de jogos brasileiros, como Galaxy of Pen and Paper e alguns em VR – Lila’s Tale e The Rabbit Hole.

Se você não ouviu falar sobre este evento, é bom ficar de olho.

Ou dar uma conferida nos vídeos que foram feitos .

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Conheça mais sobre a Choicely no seu evento Open, ocorrido em Abril

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

O Esconderijo Criativo, representante da empresa finlandesa Choicely, lançou oficialmente o app de pesquisas no Brasil num evento fechado, para empresários, em sua sede em São Paulo. O aplicativo, utilizado em pesquisas nos sites Drops de Jogos (parceiro do portal Catraca Livre) e Geração Gamer (especializado em jogos brasileiros), fornece códigos e massa de dados para melhor mapeamento dos levantamentos de opinião.

É utilizado de games até concursos de beleza. No evento, a revista Mundo360 fez vídeo de Facebook.

Confira abaixo um vídeo-documentário sobre o evento e uma entrevista com Rodrigo Dias Arnaut, representante da companhia.



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Exclusivo: Uma entrevista com a empresa da câmera Ricoh Theta S 4K nos EUA

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360
Com Rodrigo Dias Arnaut, do Esconderijo Criativo (antigo Esconderijo das Crianças)

O jornalista Carlos Rodrigues Jr. esteve no evento NAB Show entre os dias 22 e 27 de abril nos Estados Unidos. O encontro lida com convergência de mídias em Las Vegas.

Lá ele entrevistou Jodi Palm, diretor de marketing da Ricoh, que lançou a câmara Theta S 4K, focada em registros em 360 graus. O equipamento é importante para registros deste tipo.

Confira o vídeo.


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EraTransmidia e Esconderijo Criativo mostram trabalhos no Festival Path

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

O cinegrafista José Renato Bergo, do grupo EraTransmidia, registrou as atividades da entidade no Festival Path, no começo de maio.

Esconderijo Criativo, com os veículos Mundo360 e Drops de Jogos, esteve no evento.

Confira o vídeo.


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Deluxe Audio Strap será lançado pela HTC em 6 de junho

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

A HTC, empresa de Taiwan, anunciou no dia 2 de maio que seu Deluxe Audio Strap será lançado em 6 de junho. O acessório é um headset com mais adaptações para uso do dispositivo de VR.

A ideia da ferramenta é justamente ele ficar mais fixo na cabeça dos usuários. Considerando que o HTC funciona em movimento, o acessório deve evitar acidentes no uso.

Confira mais informações no blog oficial da HTC.

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Oculus anuncia tecnologia para displays com vários níveis de foco

Por Renato Bazan, editor da Revista Mundo 360

A Oculus Research, divisão de pesquisa e desenvolvimento da companhia pioneira nos visores de realidade virtual, anunciou no último fim de semana uma tecnologia que permite a projeção de imagens com múltiplos níveis focais simultâneos. Nomeado “Focal Surface Display”, o novo projetor cria uma distorção nas ondas de luz que acomoda de forma muito mais natural o conflito de convergência focal que causa dor de cabeça nos usuários.

A descoberta é importante, e a companhia não esconde a animação. No artigo científico produzido para explicá-la, que será publicado durante o evento SIGGRAPH neste julho, a Oculus detalhará o que você vê no vídeo abaixo:

Esses “monitores de superfície focal” (numa tradução livre) são inovadores porque alteram a forma da dispersão de luz dentro dos óculos, criando distorções que simulam diferentes distâncias para cada ponto da tela. A solução, produzida por um espelho entre a tela e a lente que expande a imagem, abandona a ideia de múltiplas telas com focos diferentes, como havia sido experimentado em outros aparelhos.

Ao invés disso, ela modula cada área de um único display para dobrar a óptica interna – algo como um origami de luz, com superfícies indo para perto e para longe.

A peça usada para isso é o grande segredo. Chamado de “modulador espacial de luz” (SLM), ela muda sua própria forma para alterar a imagem através da difração do próprio material.

Isso cria uma cena com imagens muito mais convincentes dentro do visor, porque força o olho humano a percorrer diferentes planos na busca por imagens bem focadas. A Oculus garante que, com a nova tecnologia, será capaz de criar cenas de distância e proximidade muito mais convincentes.

Apesar do grande avanço, a empresa ainda é conservadora no significado da descoberta. “Embora não seja uma correção perfeita para o conflito de acomodação de convergência focal, este avanço é um meio-termo entre os visores de hoje e um com propriedades ideais”, escreveram no blog oficial.

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Compreendendo a densidade de pixel e resolução retinal, e por que é importante para headsets AR / VR

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Por Jaqueline Viana – Colaboradora na Mundo 360

Hoje estamos acostumados a lidar com números de resolução que descrevem a contagem de pixels (por exemplo: um monitor de 800 × 600 – que significa que temos 800 pontos na horizontal e 600 pontos na vertical.).  Mas é importante entender que quanto maior a resolução, maior vai ser a qualidade a imagem porque cada vez mais os pontos vão ficando menores e a quantidade maior. Quanto maior a resolução, menor é a frequência porque o monitor terá que atualizar mais pontos em resoluções maiores e quanto maior é a resolução maior o refresh rate (taxa de atualização da tela), e quanto maior o refresh rate menos cansaço nos olhos será possível sentir.

A densidade de pixels indicada como pixels por grau é uma figura muito mais útil, especialmente quando se trata de headsets para Realidade Aumentada e Realidade Virtual. Conseguir a tal da “Resolução Retiniana” é o objetivo final dos acessórios destas tecnologias, pois em uma certa densidade de pixels, mesmo pessoas com visão perfeita não podem discernir qualquer detalhe adicional.

Se o olho humano fosse uma câmera digital, seria possível dizer que ele tem um sensor capaz de detectar 60 pixels / grau na fóvea (a parte da retina onde a acuidade visual é mais alta, pois é aonde  se forma a imagem que será transmitida ao cérebro).

Para qualidade visual, qualquer exibição acima de 60 pixels / grau é uma resolução essencialmente desperdiçada porque o olho não pode pegar mais detalhes. Isso é chamado resolução de retinal, ou resolução de olho-limitante.

Para calcular a densidade de pixels de um headset de VR basta calcular quantos pixels por grau ele apresenta para o olho – dividindo o número de pixels em uma linha de exibição horizontal pelo campo de visão horizontal fornecido pela lente. Por exemplo, o kit de desenvolvimento do Oculus Rift usou um único display de 1280 x 800 (640 x 800 pixels por olho) e com um campo de visão monocular horizontal de cerca de 90 graus, possuindo assim uma densidade de pixel de pouco mais de 7 pixels / grau (640 ÷ 90). Você notará que isso está bem abaixo da resolução da retina de 60 pixels por grau.

Historicamente, uma das coisas que separava os headsets de VR de qualidade profissional dos headsets de consumo era a maior densidade de pixels.

Vamos simular isso usando as seguintes quatro imagens a seguir. Vamos supor que a primeira imagem é mostrada com 60 pixels / grau de densidade (o que poderia ser, dependendo da resolução e distância que você sente do seu monitor). Podemos então redimensioná-la em metade da densidade de pixels (simulando 30 pixels / grau) e, em seguida, metade novamente (15 pixels / grau) e meia novamente (7,5 pixels / grau). Observe as diferenças rígidas à medida que avançamos para diminuir e diminuir a densidade de pixels.

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Se maior for a densidade de pixels para o sistema visual não é necessariamente o mesmo que para a tela porque os pixels na tela são ampliados através da óptica. A mesma tela poderia ser ampliada de forma diferente com dois sistemas ópticos diferentes resultando em diferentes densidades de pixels apresentadas ao olho. É verdade, no entanto, que, dado o mesmo sistema óptico, maior densidade de pixels na tela não se traduzem em maior densidade de pixels apresentados ao olho.

À medida que as telas se tornam cada vez melhores, ficamos cada vez mais perto da resolução de olho-limitante e assim mais perto de experiências virtuais mais impactantes, afinal quanto maior for a densidade de pixels maior será a capacidade de permitir que seja visto detalhes mais finos tornando a imagem mais realista.

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O que fundador da Atari acha sobre VR?

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

Nolan Bushnell, o criador da Atari que fez sucesso nos anos 70 e dominou a indústria dos videogames, escreveu no Twitter sobre seus pensamentos acerca da realidade virtual. O desenvolvedor norte-americano estará em outubro no Brasil para a BGS 2017.

Escreveu Nolan em 9 de fevereiro: “VR pode se tornar viciante? A maioria dos escritores de ficção científica acha isso. Eu acho que será legal em doses moderadas”.

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O comentário do fundador da Atari é similar ao de Shigeru Miyamoto, gigante da Nintendo criador de Zelda e Mario. Ele disse que fica preocupado “como um pai veria seu filho usando VR”.

Será que os grandes nomes dos games não acreditam muito em realidade virtual?

Talvez acreditem, mas em “doses moderadas”.

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