Marvel Powers United VR é o novo jogo de realidade virtual com super-heróis

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

Heróis do universo a Marvel estarão no Oculus Rift através do jogo Marvel Powers United VR. Trata-se do novo título de realidade virtual em desenvolvimento pela Sanzaru.

O jogo foi revelado durante o painel de games na D23, e terá batalhas cooperativas para até quatro participantes.

A empresa promete Rocket Raccoon, Hulk e Capitã Marvel jogáveis. Assista ao trailer de anúncio:


Via IGN Brasil

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Startup da baleia 3D em realidade mista pode não entregar tecnologia prometida

Por Kao Tokio, editor-colaborador da Mundo360

Há pouco mais de um ano, a empresa da Flórida Magic Leap ganhou a atenção do mundo com espantosos vídeos que exibiam cenas ao vivo em 3D, prometendo uma tecnologia inovadora para realidade mista e aumentada. De lá para cá, a novidade está envolta em dúvidas do mercado e o projeto, segundo especulações na rede, pode decepcionar os fãs da tecnologia imersiva.

A startup, que conta com sete anos de trajetória, apresentou vídeos como a baleia que emerge em um piso de ginásio de forma extremamente realista, experiências com 3D capazes de confundir as pessoas pelo hiper realismo das cenas e jogos com personagens que pareciam estar no mesmo ambiente que o jogador.

O buzz gerado pela divulgação da novidade foi tamanho que o grupo investidor responsável pelo site de comércio eletrônico Alibaba empenhou cerca de US$ 800 mil no projeto da empresa, como informou o site Investor’s Business Daily.

O artigo citou uma entrevista do co-fundador e CEO da Magic Leap, Rony Abovitz, na qual o executivo explicava não tratar-se em hipótese alguma de uma experiência convencional de VR, descrevendo a tecnologia como um sistema de “computação hiper pessoal”, capaz de unir imagens digitais e o mundo real de forma inovadora e praticamente imperceptível.

Em dezembro de 2016, o site The Information trazia as declarações de um ex-funcionário da startup, explicando que as demonstrações feitas com protótipos e recursos ainda em fase de desenvolvimento não passavam de um exagero de divulgação e que as inovações sugeridas dificilmente chegariam ao consumidor final.

À ocasião, o CEO enfatizou sua crença em conseguir provar que os céticos estavam errados. “Estamos entrando no terceiro ato do filme – aquele com o final legal onde a Estrela da Morte explode”, afirmou.

Em fevereiro deste ano, no entanto, foi a vez do veículo especializado em tecnologia Cnet citar o vazamento de uma imagem do aparelho pela Businesse Insider, colocando em cheque a veracidade do projeto inovador: “O protótipo revelado na história do Business Insider, se assemelhava ao miolo de um PC de mesa enxertado em uma mochila improvisada. Não é exatamente a tecnologia pronta de alta categoria que alguns esperam”, escreveu o articulista Scott Stein.

O desafio da Magic Leap, nesse momento, está em provar que a tecnologia divugada pode realmente projetar imagens diretamente na retina, possibilitando a visualização de objetos tridimensionais virtuais como se fossem parte do mundo real.

Rony Abovitz parece firmemente empenhado em erradicar todas as dúvidas de público e mídia: o público terá um vislumbre da tecnologia atual “muito em breve”, disse o CEO durante a conferência Fortune’s Brainstorm Tech em Aspen, no Colorado, EUA.

Assista abaixo ao vídeo da baleia, produzido pela empresa:


Outras apresentações da tecnologia podem ser conferidas no site I Am VR, exibindo um game com os androides de Star Wars e com um mimoso elefante.

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Pioneira no Brasil em VR, Revista Mundo360 chega ao 1º ano de vida

Por Kao Tokio, editor-colaborador da Mundo360

A Revista Mundo360, primeira publicação nacional a veicular informações sobre realidade virtual, aumentada e mista, chega ao primeiro ano de atividades com a audiência crescente. E a publicação traz grandes projetos para o novo ano.

Em 16 de junho de 2016, a empresa Esconderijo das Crianças lançava o primeiro número impresso da publicação, no evento BRVR, realizado em São Paulo.

Com tiragem de 10 mil exemplares, o projeto incluía um cardboard para ser montado pelo próprio leitor para testar a experiência imersiva proporcionada pelos vários artigos com links, apresentados na revista. A experiência demonstrou imenso potencial, comercializada em bancas de jornal na cidade de São Paulo e pelo site da editora.

Com aceitação viral do conteúdo disponibilizado na revista e o crescente número de pedidos, o Esconderijo das Crianças não demoraria a lançar o site da revista, com artigos diversos, links para experiências online e vídeos exclusivos com exibição de conteúdo interativo com a tecnologia de captura de imagens em 360 graus.

De acordo com as informações de Rodrigo Dias Arnaut, idealizador e diretor do projeto, a Mundo360 iniciou a partir da inspiração artística gerada durante o festival de cultura e tecnologia SXSW, que se realiza anualmente em Austin, Texas, nos EUA. “Agora, estamos criando ambientes virtuais e a [avenida] Paulista, nosso celeiro, será nosso primeiro case”, comentou o criador em um entusiasmado post na rede, em comemoração ao primeiro aniversário da revista.

Arnaut, que também é especialista em estratégias de engajamento multiplataforma, destacou, em entrevista ao site especializado em mídia, Adnews, na ocasião de lançamento do projeto, que o veículo é “um novo conceito de revista que oferece ao leitor um ‘pacote de experiências’, conduzindo-o a um mundo único, imersivo e fantástico”. “Nós, do Esconderijo das Crianças, ao desenvolver e criar a Revista Mundo360, tivemos como motivação levar essa experiência a um maior número de pessoas, por um preço acessível e que pudesse chegar facilmente em bancas de jornal”, enfatizou.

Agora, a equipe de produção da revista vem dando ênfase aos registros em vídeo de inúmeros eventos nacionais e estrangeiros, que permitem navegação, através da tecnologia com imagens em 360º. A seção de vídeos da página oficial da revista no Facebook, apresenta registros panorâmicos de várias locações em Cannes, na França, e fesdtivais como o XX Congresso Mega Brasil Inovação e Comunicação, em São Paulo, Path, no Rio de Janeiro, e Campus Party 2017, entre outros. A publicação também esteve na E3 2017 através do site Drops de Jogos.

Com mais de 40 colaboradores diretos e indiretos, a Mundo360 alcançou mais de 100 mil visualizações nos cerca de 100 artigos produzidos nesse período, através dos acessos público no blog e fanpage da revista. A distribuição da mídia física, cujo segundo número já está em produção, foi realizada também em eventos de tecnologia e comunicação por todo o páis e também no exterior.

Ao custo unitário de R$ 19,90, incluindo o cardboard, a edição nº 1 ainda pode ser encontrada em bancas de jornal especializadas em tecnologia ao longo da avenida Paulista, em São Paulo, e no site da editora. Outras opções de aquisição incluem diferentes aparatos para a imersão interativa dos conteúdos da publicação e do site.

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VR é destaque da Bethesda e dos independentes na E3 2017

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360
Com reportagem de Los Angeles (EUA)

Novo Wolfenstein II e The Evil Within 2 não foram suficientes para mostrar a verdadeira vocação da Bethesda Softworks na E3 2017, a maior feira de games do mundo. A desenvolvedora mostrou mesmo que o que quer empurrar para a indústria é realidade virtual.

Fez isso dando coro para a Microsoft – que deu espaço para a Mojang de Minecraft explorar 4K e VR, além do novo console Xbox One X, antigo Scorpio. A Bethesda mostrou em sua conferência no dia 11 de junho (que rodou na madrugada do dia 12 no Brasil, à 1hr) que Doom VFR e Fallout VR serão lançados.

Deu à conferência o nome de “Bethesdaland”, o que caberia fácil num evento separado deles.

Dentro do showfloor da E3, eles exibiram cabines separadas para o novo Doom e Fallout 4 VR. Com HTC Vives conectados, mostraram que a realidade virtual veio com tudo para shooters hardcore.

Juntaram-se ao IndieCade, evento de games independentes que se alongou na festa The Mix à noite, na exibição de VR da grande indústria de jogos.

O Drops de Jogos e a revista Mundo360 estiveram em Los Angeles para acompanhar as novidades de perto.




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The Sports & Music Industry: Leading The Non-Gaming VR Evolution

In my last article, I gave an insight to which industries VR has been disrupting. Recently, I have been involved in creating 360 contents for Alex (Ankli) an up-coming artist in Spain. It gave me the inspiration to explore how the Sports and Music industry is taking full advantage of VR.

How many times in your life have you dreamed of meeting your favourite celebrity. How many times have you wished to have a conversation with them and get to know them for who they really are. Well, dream no more as VR is turning this into a reality. The most noticeable is in the sports and music industry.

Sports

NextVR

NextVR Live VR Shooting

NextVR is without a doubt the leading VR live sports production company that is leading the VR evolution. It is available on Samsung Gear VR where you can watch live VR NBA, football, tennis and NFL. They were one of the first VR experiences that I tried and made me believe in VR. For example, I watched Chelsea vs Real Madrid in full immersion for 90 minutes. It is very different to other VR experiences because they usually last only a few minutes and doesn’t appeal to me to go back for more. However, with NextVR I was able to watch from the first row right next to the pitch whilst sat in a completely different continent. This saves me the cost of the flights, game ticket, accommodation and takes me right next to superstar footballers in action.

On the other hand, there are problems which inhibits live VR sports to penetrate the mass market. For example, fans can’t choose their seats, the quality of the image is not able to replicate real life view and it remains exclusive to a few leagues and sports. I have no doubt they will slowly expand its operation globally when adoption of VR picks up its pace. Also, this company is slowly working on better ways of broadcasting such as allowing different seats options, 6 degree of freedom (your movements imitated in real time in VR) and negotiating with more sports leagues. I believe VR broadcast in sports will be a massive industry within a few years.

John Terry Football Academy

Samsung Gear VR In app screenshot of John Terry

Whilst live VR broadcast is great for sports fans, we should also turn our attention to one off exclusive VR experiences. John Terry Football Academy VR is a recently launched experience on the Samsung Gear VR headset. The app includes a one to one experience with John Terry of Chelsea FC, one of the best defenders in the world. He shares to you football tips, stories of his life and his success. As a fan, I don’t believe I can get any closer to him. This experience can be applied to almost any celebrities who wants to get closer to fans and connect with us in a way no other medium has ever been able to provide. It is the sense of emotional connection that is not replicable when you seat face to face with your role models.

However, there are only a few of these experiences at the moment because of cost and knowledge about VR technology. I encourage more celebrities out there to use this as an opportunity to connect with their fans. I foresee many more of this type of experience very soon that can persuade more fans to buy their first VR headsets.

Follow my lead: The Story of the 2016 NBA Finals 

Samsung Gear VR App, Follow My Lead

FOLLOW MY LEAD: The Story of the 2016 NBA Finals is an exclusive VR documentary on Samsung Gear VR. Before, we discussed about the emotional connection that the fans get in a sports VR experience and this one is no different. The documentary is action packed, full of emotion with behind the scene exclusives. I am not even a fan of basketball but this documentary managed to bring out excitement from my body that I didn’t expect. For a basketball fan, this would be a treat of a life time.

However, the difficult part of making a VR sports documentary is the planning and the collection of many pieces of material before hand in order to make a perfect story. This is because the content creators cannot predict what will happen during the games therefore, filming would have to be flexible and on the call instead of a pre-planned one time shooting. The difficulty in this is the cost of placing a team that can be called out to film whenever a special moment is occurring. In addition, post-production would take many people to sort out and correct all the material in order to put a final piece together. With this in mind, I do not see many VR sports documentary releasing soon because of the high cost and time consumption of making one.

Overall, the sports industry is leading the VR evolution and embracing it in order to connect to their fans through live stream and exclusive contents. Although we will have to wait for a few years until the price of this technology goes down so both the content creators and fans can afford such an immersive experience.


Music

MadCool Festival

Mad Cool Festival VR Documentary by GAZ VR

Music is another industry that is embracing the VR technology. For example, Mad Cool Festival is a new rock music event in Madrid, Spain that attracted a lot of attention last summer. GAZ Virtual Reality is the content studio behind the creation of this sneak peak 360 experience that brought this festival to life for those who missed out on the first year. The use of VR to promote a music festival is fantastic because whilst videos and pictures can give an idea of the fun experience, VR immerses people into the festival directly. It can amplify your senses that a video cannot capture and put you right in the middle of the crowd.

Without a doubt, there remains limitation to how much VR can enhance a viewer’s experience because the VR industry is in its infancy. For example, for a music festival, the ambience is very important and 360 visuals alone cannot capture this. It needs 360 audio as well to capture the noise in the environment to increase the authenticity of being there. In addition, it needs a good pair of headphones. I believe these complementary components will be vital to improve the VR technology as a whole.

One Republic — Kids

One Republic — Kids

This music video was captured by a leading VR content studio Here Be Dragons. It was a complementary 360 experience to their 2D music video. It has over 1 million views on YouTube and had was taken in one continuous shot. The bravery and effort put into this experience demonstrates the possibilities of VR and that there are no limits to what story you can tell.

The only improvement I can suggests is turning this passive story into a more active one by placing the viewer as the first person. Slowly we will see more of this as the technology becomes easier to handle by producers.

Kendrick Lamar — Humble

Kendrick Lamar — Humble

Kendrick Lamar, the most celebrated rapper for his creativity and bravery for pushing boundaries. In his latest music video, it features a part where he used a 360 camera to create a little planet effect. Although the video is not in 360 nor VR, it is fair to say that the big artists in the music industries are jumping into this technology.

VR music videos remain very rare because of the difficulty in both the idea generation and execution. This is because filming in 360 degrees requires a completely new technique both for directors and actors. Personally, I have been involved in a few shooting myself and there are many areas which the industry are still learning. For example, the directors can no longer sit behind the cameras. Monitoring a shot requires an external solution such as Teradek that displays all angles, wireless and behind the stage. This is just one of many problems of shooting with this new medium.

Overall, VR is adding a substantial value to the music industry and more artists will be using this to propel their creativity further.

Conclusion

I believe the sports and music industry is leading the non-gaming VR evolution because the value is obvious to both the creators and the fans. Of course the use of this technology remains a niche but with big artists and bands like Kendrick Lamar and One Republic embracing it, the adoption will spread. I encourage you, who is reading this right now to do a shout out to your favourite artist and sportsperson to make a 360/VR video.


Next article, I want to share with you the theme HYPER-REALITY. It is a free roaming, warehouse-scale VR experience that is very similar to laser tag. It is the most immersive experience in the world right now!

Visit our page to enjoy some exciting 360/VR project that are coming soon: www.gazvr.com

Thanks for reading!

(Polo Lam, Global Marketing Assistant @GAZ VR)

Crytek junta forças com a Oculus para “VR locomotivo”

Por Pedro Zambarda, editor-chefe do Drops de Jogos e da revista Mundo360

A Crytek juntou forças com a Oculus, dona do Rift e parte do Facebook, para desenvolver VR em movimento, diz post em blog oficial. A informação vem de Julius Carter, desenvolvedor de games em realidade virtual que anuncia as novidades.

As inovações estão sendo aplicada aos jogos digitais The Climb e Robinson: The Journey. As principais mudanças, pensando que o Oculus Rift é uma experiência mais estanque em relação ao HTC Vive, estão na rotação da cabeça.

Veja um playlist sobre estes experimentos.


Via RoadtoVR

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